Grupo fácil para o Brasil (na teoria)

(Foto: Reprodução/ Twitter)

(Foto: Reprodução/ Twitter)

Depois de uma série de notícias ligadas a corrupção nas duas Confederações de Futebol das Américas: Conmebol (para os sul-americanos) e a Concacaf (Américas do Norte e Central, e o Caribe). Saiu o sorteio da polêmica Copa América Centenário. E a princípio o Brasil foi condecorado com um grupo teoricamente fácil. Sim, teoricamente, pois do jeito que a nossa seleção está jogando, até o Haiti pode nos causar uma surpresa.

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Falta a simplicidade do Lugano

Estreia simples do camisa 5 (Foto: André Lucas Almeida / Futura Press)

Estreia simples do camisa 5 (Foto: André Lucas Almeida / Futura Press)

A maioria afirma que o zagueiro Diego Lugano chegou no São Paulo para ser um líder dentro de campo, substituindo Rogério Ceni, e também para trazer toda a sua garra – uma de suas principais características e que a princípio faltava a equipe. Porém, o que mais o experiente defensor vai trazer para esse plantel é a sua simplicidade ao jogar, algo que falta nesse ano no Tricolor Paulista.

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Muita expectativa, pouco futebol

Times perderam mais tempo com o árbitro do que com o futebol (Foto: Marcos Riboli / Globo Esporte.com)

Times perderam mais tempo com o árbitro do que com o futebol (Foto: Marcos Riboli / Globo Esporte.com)

Desde quarta-feira (17), todos falavam várias coisas sobre Palmeiras e Santos. Há muito tempo que não via uma expectativa ser criada de uma forma tão incisiva como aconteceu nesses últimos dias. Pois bem, na hora do pra valer, ambas as equipes esqueceram os bons jogos do ano passado e foram jogar neste sábado a tarde como se estivessem no domingo de manhã. O placar sem gols retratou muito bem o que aconteceu dentro de campo.

No primeiro tempo foram dois times na marcha lenta, sem criar reais chances de gol. Pareciam que estavam se estudando. Mas diferente de qualquer partida em que esse estudo dura no máximo 10 minutos, dessa vez foram 47 minutos (contando os acréscimos) que ambas as equipes ficaram na “troca de gentilezas”.

No segundo tempo, o Santos foi para cima e resolveu jogar alguma coisa. Aproveitando os contra-ataques (para variar) o Palmeiras parecia em muitos momentos jogar fora de casa. A questão é Fernando Prass salvou os palestrinos de uma nova derrota. O time da baixada perdeu uma série de gols e pode esperar broncas pelos pecados na finalização. Mesmo com um segundo tempo melhor, considero que o empate sem gols foi justo (se existe um placar justo) para um jogo sonolento onde a forte chuva que caíu no Allianz Parque chamaram mais a atenção.

Como muitos dizem: “A expectativa é uma merda”, portanto, o jogo de hoje confirmou a famosa regra.